
Eu me sinto em um mundo que não é meu
Eu estou numa ‘estória’ que não é minha
Nas angustias de quem em algo se perdeu
Caminhos a onde não se ver o fim da linha .
O que fazer se estou cercado de carniceiros
Que fedem com suas putrificantes razões
Com esse falso moralismo, malditos asneiros
Hipócritas que não julgam as suas ações.
Inflados de falsos orgulhos insanos e estripados
Que habitam suas corrompidas consciências
Cheios de um vazio,escuro,sozinhos e exilados
Frutos de atos que alimentam suas demências.
No meio de uma autodestrutiva cegueira
Que ofusca,e junta,reflete outra imagem
Que te consome sem que imagine e queira
Impedindo–lhe que possa ver alem do alem.
Possuídos de incontroláveis e sujas ganâncias
Com a idéia de que seus mundos que são certos
Suas inflexibilidades, adubam suas ignorância Correndo direto à decadência de braços abertos
A.Banderas
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